sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Pedido de Esclarecimentos ao Agrupamento

No dia 8 de Novembro de 2011 23:31, Associação de Pais <apeesf@gmail.com> escreveu:

Exma. Senhora Diretora do AVE de Alcochete,

A APEESF vem por este meio partilhar o seguinte tema:

A situação prende-se com a continuação de recusa de integração no CAF/Prolongamento de horário do JI do filho de uma mãe da nossa Associação, a Ana Raimundo Centenico.

Numa tentativa de obter por escrito uma resposta fundamentada da CMA relativamente à situação, no dia 10OUT2011, a mesma enviou com aviso de recepção, uma exposição/requerimento dirigido ao Sr. Presidente da Câmara sendo que, até à data, ainda não recebeu qualquer resposta.

Parafraseado-a:
"Numa tentativa de perceber de que forma iriam os Serviços reagir àquela minha diligência, passei diversas vezes pela Divisão de Educação, tendo sido informada pela funcionária de que iria ser enviada uma resposta escrita "nos próximos dias". É fácil perceber que os ditos "próximos dias" não se cumpriram. Parece-me que esta demora só pode ser justificável por duas ordens de razões: i) ou os serviços não conseguem fundamentar a situação que criaram; ou ii) a incompetência/desleixo/despreocupação/impunidade reinantes, fazem com que a obrigação legal e cívica de, em tempo oportuno, darem resposta a um requerimento formal apresentado por um munícipe, seja tratada com ligeireza e displicência."

Ocorreu já posteriormente ao seu pedido a admissão no referido CAF de outras crianças a partir de 24OUT2011, colidindo com o indicado pela resposta do Dr. Sérgio Correia datada de 26SET2011 (ver e-mail em baixo), que defendia que "...a integração de novas crianças vai-se processando de acordo com a ordem de entrada dos alunos no jardim de infância... até ao limite de crianças máximo estabelecido para o serviço de complemento de horário de cada estabelecimento de pré-escolar.". Pois bem, parece que o Sr.  Chefe de Divisão de Educação, Desenvolvimento Social e Saúde não está bem ao corrente do que se passa no órgão camarário por ele dirigido, uma vez que os requisitos de entrada da crianças não tem sido respeitado. Existe uma falta de transparência num processo que pela importância, importa sê-lo...


Parafraseado-a:

Certamente a Divisão terá uma "excelente" justificação para o "fenómeno"... que, naturalmente, será ajustada de forma a não colocar em causa o processo de admissão defendido pelo chefe daquele Serviço. Mais questiono: sempre nos foi dito que o meu filho não poderia ter acesso ao CAF porque não existiam condições de segurança para abrir mais vagas, como apareceu a 24OUT2011 mais uma vaga???   
..., pelo que li e pelo que me tenho informado, todos as crianças cujos pais tenham limitações de horário deveriam ter acesso ao complemento de horário a garantir pela autarquia. A descrição da situação serve apenas para ilustrar a desorganização (... ou será organização a mais com objetivos bem definidos?) que reina na Divisão de Educação, pelo menos no que ao CAF JI diz respeito. 

Também a situação relatada no ponto anterior foi colocada verbalmente aos funcionários da Direção de Educação que se limitam a dizer que não têm esclarecimentos adicionais a dar, insistindo que a fundamentação da situação do meu filho será enviada por escrito em resposta à nossaexposição/requerimento. Uma vez mais as palavras do Sr. Chefe de Divisão são desmentidas pelos Serviços que chefia. Recordo apenas mais uma frase do e-mail do Sr. Dr. Sérgio Correia: "Se, porventura, alguns encarregados de educação necessitarem de esclarecimentos adicionais podem dirigir-se à Divisão de Educação, Desenvolvimento Social e Saúde...". Agradeço as palavras, mas "Palavras leva-as o vento...". De igual modo, até hoje, nunca recebemos qualquer tipo de contato originário da CMA sobre este assunto, nem que fosse para esclarecer algum tipo de dúvidas sobre a situação profissional/horária dos pais, aliás as nossas inúmeras idas aos Serviços podiam ter sido aproveitadas para, de forma séria e frontal, falarem connosco sobre o processo, tal nunca aconteceu. 

Penso que será desnecessário estar a insistir nos transtornos, profissionais e pessoais, que toda esta situação nos tem causado. A título de exemplo refiro que até já tivemos  que deixar o nosso filho em casa dos avós, em Évora, durante uma semana completa, uma vez que os compromissos profissionais nos impediam de o ir levar/buscar à escola nos horários 09:00/15:15. 

Neste momento estamos a ponderar formas alternativas de atuação e que, no limite, poderão passar por deixar de ir buscar o Afonso à escola às 15:15. Queremos ver de que forma a Câmara irá resolver a situação. 

Agradecendo uma vez mais a forma atenta como têm acompanhado a situação, gostaria de reiterar a solicitação de apoio da Vossa parte, na tentativa de levar a Câmara a criar condições para que todos os pais que, por motivos profissionais, necessitam de acesso ao CAF/Complemento horário (que me parece me parece ser claramente uma obrigação do Município) possam ver os seus filhos nele integrado. Termino destacando que a isenção, a imparcialidade e, sobretudo, a transparência dos processos públicos de admissão, seleção, contratação, etc., são um elemento básico de uma sociedade democrática e minimamente evoluída.      

Com os melhores cumprimentos,
Ana Raimundo Centenico

PS: Caso não tenham lido, recomendo a leitura do artigo publicado no Jornal "In Alcochete" (Informação da Câmara Municipal de Alcochete), sobre a Escola Pública onde são feitas referências ao CAF disponibilizado pela CMA. Parece que garantem tudo... a todos... e com muita qualidade!!! Destaco apenas uma frase referente ao CAF no JI: "No que diz respeito ao ensino Pré-escolar trata-se de uma competência que resulta de um contrato de transferência de competências entre os Municípios e o Ministério da Educação, através de um acordo com a Associação Nacional de Municípios.". Parece que afinal sempre é uma competência dos Municípios... só que não é garantida!  (junto Jornal em Anexo). 

Face a mais este quadro de falta de transparência e de desresponsabilização perante um problema tão grave, gostaria de validar junto do agrupamento qual é a sua posição perante este confrangedor episódio  segundo a responsabilidade do agrupamento. O ponto 7 do despacho é muito claro ao definir que as actividades e a CAF na EPE «devem ser objecto de planificação pelo órgão competente do agrupamento, tendo em conta as necessidades dos alunos e das famílias, articulando com o município a sua realização». Aliás, ainda desconhecemos os critérios de atribuição do CAF ao municipio por parte do Agrupamento...

De referir, ainda, que o ponto 33 do despacho obriga o agrupamento, no acto de inscrição dos educandos, a informar os pais sobre o horário das actividades e da CAF, o que pressupõe que o definido no ponto 7 tem de estar já concretizado nessa ocasião.

Se na escola de São Francisco, por falta de pessoal que a Câmara não contratou, só existe uma sala no JI (a fazer fé na afirmação da funcionária, situação que só por si já é escandalosa), as crianças dessa sala têm de ter o prolongamento de horário definido por lei. 
Também é caricata a afirmação «esta falta de vagas está associada à falta de condições do estabelecimento de ensino e a não aceitação de mais inscrições é para defesa dos interesses das crianças»,
Ora, se o estabelecimento não tem condições porque foi decidido abrir uma sala? E, se, afinal, existe uma sala, e se essa sala tem crianças, todas as crianças dessa sala têm de ter prolongamento de horário para actividades e CAF. A «falta de vagas» é de pessoal que não foi contratado, qual «defesa dos interesses das crianças». Tem de existir coerência neste tipo de decisões... 

Não há legislação nenhuma que condicione a CAF no pré-escolar à existência de vagas. 
A legislação aplicável – Lei 5/97, DL 147/97, Portaria 583/97, despacho Normativo 27/2000 e o Protocolo de Cooperação (entre ME e autarquias) de 28/07/1998 - é muito clara ao definir, quer os horários de funcionamento, quer a oferta de CAF, adequado às necessidades das famílias.

Posto isto, gostaria de validar junto da directora, qual o procedimento a tomar para podermos encontrar uma solução que possa resolver esta grave situação.
O meu obrigado desde já pela sua célere atenção.

O Presidente da A.P.E.E.S.F.
Orlando Verissimo Lopes Rubio

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Conferências APEESF

A Associação de Pais e Encarregados de Educação de São Francisco vem por este meio convidar a todos para a 1ª de algumas conferências no âmbito do universo de interesses da família e da escola:

Conferências APEESF

"Aspectos nutricionais da alimentação de crianças do jardim de infância e do 1.º ciclo”

Áreas de Intervenção

1.       Área Alimentar
2.       Área Farmacêutica
3.       Área Higiene Oral
4.       Área Promoção e Protecção da Saúde

Oradora
   Anabela Lopes

É nosso firme propósito contribuir para que os Pais e Encarregados de Educação participem mais activamente na vida da Escola. A participação não é só um direito, mas acima de tudo um dever cívico a que os Pais não devem renunciar. Dever e direito esse que é de todos e não apenas de alguns. Cabe-nos também a nós, Pais e Encarregados de Educação, tomar as iniciativas que forem consideradas convenientes, no sentido de tornar a nossa Escola cada vez mais atraente, onde os nossos filhos se sintam felizes, adquiram os conhecimentos indispensáveis ao seu desenvolvimento integral e obtenham os níveis de formação académica a que se propõem.
Agradecendo a atenção dispensada esperamos a Vossa especial colaboração







O Presidente da A.P.E.E.S.F.
Orlando Verissimo Lopes Rubio

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Base do Montijo - Programa e Detalhes da Visita


Relativamente à visita solicitada por essa Escola/Instituição a esta Unidade, informa-se de seguida o programa e condições da visita agendada para o dia 11 de Novembro de 2011:

 PROGRAMA
 10H00   Chegada à Base Aérea N.º 6;
 10H15   Visita à Secção Cinotécnica;
 11H15    Visita ao Helicóptero EH101 Merlin;
 12H30   Fim da visita / Saída da Unidade.



 CONDIÇÕES
 Para que a visita decorra da melhor forma possível agradecemos que se respeitem algumas condições, a saber:

         A visita no interior da Unidade é efectuada no(s) autocarro(s) da Escola/Instituição;

         O cancelamento da visita por parte da Escola/Instituição deverá ser feito até 24 horas antes do início da visita;

         A Escola/Instituição deverá cumprir rigorosamente a entrada na Unidade à hora indicada, sob pena de não se executar o programa da visita conforme o previsto;

         Os visitantes deverão ser sempre acompanhados por responsáveis da Escola/Instituição que solicitou a visita;

         Os visitantes deverão sempre respeitar as indicações que lhes vão sendo dadas pelos militares que acompanham a visita ou por aqueles que sejam responsáveis pelas demonstrações;

         A BA6 reserva o direito de cancelar a visita a qualquer momento sempre que por razões operacionais ou de logística, a mesma não se torne viável ou que possa pôr em causa a missão da Unidade.



 Com os melhores cumprimentos,

 Amândio dos Santos Oliveira -  CAP/NAV
 Chefe do Gabinete do Comando -  Base Aérea n.º 6

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Visita á Base Aérea


A Associação de Pais e Encarregados de Educação de São Francisco, vem por este meio informar que no dia 11/11/2011, iremos realizar uma visita á Base Aérea nº 6 (BA6) 

A partida será por volta das 9h, estimando a hora de concentração na escola, pelas 8h 45m, prevendo-se a chegada para 12h30.
 .


O valor a pagar será de 2€ por aluno, excepto aos alunos do 1º escalão do SASE.
O valor remanescente do transporte será pago pela APEESF.

Será colocado nas mochilas dos alunos os inquéritos de autorização para resposta dos encarregados de educação.
 

Presidente da A.P.E.E.S.F. 
Orlando Verissimo Lopes Rubio

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Xadrez, música e dança nas escolas - pré escolar e 1.º CEB

De: Sylvie Dias Costa <fapeeca@gmail.com>
 
Data: 7 de Outubro de 2011 10:29
Assunto: Xadrez, música e dança nas escolas - pré escolar e 1.º CEB
Para: Câmara Municial de Alcochete de Alcochete <escolas@cm-alcochete.pt>, Câmara Municial de Alcochete de Alcochete <smcorreia@cm-alcochete.pt>

Exmos. Senhores,


De forma a podermos enriquecer e melhorar as atividades extra curriculares das crianças do pré escolar e do 1.º CEB, as APEE que integram a FAPEECA e a APEE de São Francisco, em parceria com o Professor Carlos Carneiro e com o CRAM, pretendem oferecer e dinamizar o xadrez, a música e a dança nas escolas.

Neste âmbito, solicitamos a V. Exas. autorização para utilizarmos as instalações escolares para o desenvolvimento das referidas atividades.

De referir que já contactámos o Agrupamento, o qual manifestou a sua concordância em termos pedagógicos relativamente às atividades em apreço e que estamos conscientes que teremos que articular os horários destas atividades com o ensino curricular, extra curricular e componente de Apoio à Família.

Algumas das APEE já iniciaram uma auscultação junto dos Pais e EE, no sentido de perceber qual o interesse dos mesmos no desenvolvimento das referidas atividades.

Aguardamos uma resposta vossa, agradecendo desde já a vossa melhor compreensão e colaboração.

AEC 2011/2012 - Docentes / Escola