terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Carta Pais-CMA - Abaixo assinado nas escolas

Exmº Senhor Presidente da Câmara Municipal de Alcochete
Exmº Senhor Vereador do Pelouro da Educação da Câmara Municipal de Alcochete
Exmºs Senhores Deputados da Assembleia Municipal de Alcochete

Os pais e encarregados de educação dos alunos do pré-escolar e do 1º ciclo do Concelho de Alcochete (adiante designados pais e encarregados de educação) vêm, por este, meio solicitar à Câmara Municipal de Alcochete (adiante designada CMA), através dos seus mais altos representantes, a urgente clarificação sobre o tema da gestão financeira do ensino pré-escolar e básico do 1º ciclo no Concelho. Assim,
1.      Conscientes do actual estado das finanças públicas em Portugal e, em particular, da grave situação financeira em que se encontra o Agrupamento Vertical de Escolas de Alcochete e porque ressalta à evidência que existem claras dificuldades em conseguir canalizar as verbas necessárias ao bom funcionamento dos estabelecimentos escolares;
2.      Conhecedores de que no ano de 2011, a CMA assumiu o compromisso de garantir, por si mesma, o cumprimento do disposto na alínea e) do n.º 6 do artigo 34.º da Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, originariamente cometido às juntas de freguesia do Concelho, designadamente o suporte financeiro e/ou fornecimento relativo a limpezas, manutenção e despesas com correspondência e que tal compromisso não será renovado durante o ano de 2012 e que as juntas de freguesia não são titulares de liquidez suficiente para garantir aquela competência que lhes está legalmente atribuída;
3.      Cientes de que a gestão/exploração dos refeitórios escolares passou para a alçada da CMA e porque, no passado, tal exploração permitiu a obtenção de excedentes que foram sendo utilizados no pagamento de dívidas várias a fornecedores;
4.      Crentes de que a CMA e as juntas de freguesia não deixarão de garantir o regular funcionamento das escolas em causa;
os pais e encarregados de educação solicitam, ao abrigo do disposto nos artigos 7.º do Código do Procedimento Administrativo, 4.º, n.º1, e) e 5.º da Lei n.º 46/2007, de 24 de Agosto:
a)      que lhes sejam apresentados, de uma forma clara e documentada, quais os valores que a CMA transferiu durante o ano de 2011 para o Agrupamento Vertical de Escolas (e respectivas rubricas) e, no quadro da receita, quais os valores que estavam previstos ser transferidos do Ministério da Educação para a CMA e se tais valores foram efectivamente transferidos e em que montantes;
b)      que lhes seja comunicado de que modo será solucionada, ao longo do ano, a situação descrita em 2.;
c)      que lhes seja dada a informação sobre o que está previsto para 2012 a CMA receber do Ministério da Educação, bem como em relação às responsabilidades próprias da CMA e das Juntas de Freguesia nesta área, com explicação dos valores que estão previstos em orçamento camarário em matéria de educação, designadamente se os mesmos se prevêem suficientes e adequados a garantir o integral cumprimento de todas as despesas do Agrupamento e, com isso, a continuação do regular funcionamento das escolas.
d)     que lhes seja confirmada a informação, que reputam de muito preocupante, de que a CMA apenas disponibilizará ao Agrupamento, para 2012, uma verba de vinte cinco mil euros, quando se prevê que as despesas do mesmo Agrupamento neste ano possam superar os sessenta e cinco mil euros – e, em caso afirmativo, que medidas já foram tomadas pela CMA no sentido de garantir o integral cumprimento das responsabilidades financeiras do Agrupamento, designadamente junto dos vários fornecedores;
e)      que lhes sejam apresentadas as contas da exploração dos refeitórios das escolas do ensino pré-escolar e do 1º Ciclo do Ensino Básico do Concelho, com demonstração de resultados e indicação de qual o destino das receitas aí obtidas. 

Por fim, os pais e encarregados de educação reforçam, uma vez mais, a inteira disponibilidade para discutir com a CMA sobre todas as questões relacionadas com a educação no Concelho de Alcochete e para encontrar soluções para as dificuldades que existam, considerando-se os próprios signatários parte em tais soluções.
Não podem, no entanto, deixar de salientar o total e absoluto silêncio dessa Câmara Municipal perante os vários ofícios e pedidos de informação apresentados pelo Agrupamento ou pelas Associações de Pais desde Outubro de 2011, no que tomam por uma lamentável falta de consideração para com a comunidade escolar no seu todo, para além de uma violação patente do preceituado na alínea d) do n.º1 do artigo 9.º do Decreto-Lei n.º 372/90, 27 de Novembro (na redacção do Dec.Lei n.º 80/99, 16 de Março e da Lei n.º29/2006, 4 de Julho), no que àquelas últimas associações concerne.

Os signatários, pais e encarregados de educação, solicitam por fim que as respostas ao presente pedido de informação sejam acompanhadas da pertinente documentação, designadamente comprovativa da transferência de valores entre a administração central e a CMA em matéria de educação, como assim com as juntas de freguesia na mesma matéria, orçamentos respectivos (2011 e 2012), resultados relativos a 2011 e a demais documentação acima mencionada – tudo devendo ser remetido para a sede do Agrupamento Vertical de Escolas de Alcochete, ao cuidado da FAPEECA.

COMUNICADO À POPULAÇÃO DA CMA

http://www.cm-alcochete.pt/pt/conteudos/noticias+e+eventos/noticias/destaques/Comunicado_9fev12.htm

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Comunicado

                                                             
 

Exmos. Pais e Encarregados de Educação,

Vimos por este meio Vos informar que apesar da reunião tida na passada 4ª feira entre o Agrupamento Vertical de Escolas de Alcochete e a Câmara Municipal de Alcochete e apesar dos compromissos assumidos pelos representantes do Município, informação esta que segundo nos informou a directora do Agrupamento vai ser afixada nas escolas, foi decidido nas reuniões de pais das restantes escolas do concelho continuar com o processo de pedido de esclarecimentos através de um abaixo-assinado que estará a partir de hoje (10/2/2012) nas diversas escolas para ser assinado pelo maior número de pais possível.

Assim sendo, mantém-se todas as decisões tomadas na reunião de pais tida no Vosso estabelecimento escolar no passado dia 6 de Fevereiro, nomeadamente a entrega em mão do documento acima referido na sessão de Câmara do dia 15 de Fevereiro, próxima 4ª feira, conjuntamente com a presença massiva dos pais e encarregados de educação.

Atentamente,
João R Lopes
Presidente Conselho Executivo da FAPEECA

Convocatoria



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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Resposta da DRELVT


No dia 8 de Fevereiro de 2012 17:45, DRELVT - Director  escreveu:


Exmº Senhor Presidente da Associação de Pais e Encarregados de Educação de São Francisco,


Com referência ao assunto em epígrafe, analisada a situação pelo serviço desta Direção Regional com competência nesta matéria - Divisão de Organização Pedagógica e Escola a Tempo Inteiro (DOPETI) -  venho informar V. Exa. que, após reunião com a Sra. Diretora do Agrupamento de Escolas D. Manuel I, e após posterior contacto com o Senhor Chefe da Divisão de Educação da Câmara Municipal de Alcochete, Dr. Sérgio Correia, foi possível apurar o seguinte:

A) O JI S. Francisco funcionou em pavilhões pré-fabricados até ao dia 13 de janeiro, com uma lotação fixada em 22 crianças por sala (estando previsto o seu funcionamento a partir de 16 de janeiro em novas instalações);

B) Nas antigas instalações, entre a porta do jardim-de-infância e o portão de entrada há alguma distância a ser percorrida pela auxiliar, cada vez que algum pai ou encarregado de educação pretendia aceder ao interior do estabelecimento.
Isto implicava a disponibilidade de uma auxiliar para proceder à abertura do portão sempre que um pai ou encarregado de educação pretendia recolher o seu educando, situação que tinha  o seu pico máximo entre as 16 h e as 17:30 h;

C) No presente ano letivo, o jardim-de-infância é frequentado por uma criança autista, que requer atenção individualizada (não tem controlo de esfíncteres sendo necessário proceder à sua higienização e mudança de fralda);

D) As atividades de animação e de apoio à família eram, até ao início do ano letivo, asseguradas por duas animadoras (uma com licenciatura e outra com o 12.º ano profissionalizante) e uma auxiliar.
Todavia, a animadora licenciada encontrava-se de baixa médica por gravidez de risco até meados do mês de janeiro, após o que gozará de licença de maternidade por um período de cinco meses (até ao final do ano letivo);

Todos os fatores acima elencados condicionaram negativamente a possibilidade de abertura de duas salas de atividades de animação e de apoio à família.

De acordo com o Dr. Sérgio Correia:

- Não se prevê alteração a este quadro de funcionamento para este ano letivo apesar da mudança de instalações, uma vez que se mantêm as condicionantes mais fortes - apenas dois adultos para assegurar as atividades, e a permanência da criança autista, que requer atenção permanente de um adulto.

- A admissão de mais uma criança iria abrir um precedente não desejável, pois outras mais famílias poderiam pretender o mesmo para os seus educandos, o que não se afigura possível dadas as condicionantes já descritas.

- No próximo ano letivo a criança autista sairá do pré-escolar, a animadora regressará da licença de maternidade, e o quadro de pessoal não docente será aumentado em mais uma assistente operacional, dado o aumento do número de salas.

- Dadas as condicionantes elencadas, há a perspetiva de no próximo ano letivo as atividades de animação e de apoio à família terem uma maior capacidade de resposta.


Com os melhores cumprimentos,

João Passarinho

Diretor Regional Adjunto



Praça de Alvalade, 12 - 1749-070 Lisboa – PORTUGAL
Tel +(351) 218 433 989 - Fax +(351) 218499913


---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Associação de Pais <apeesf@gmail.com>
Data: 9 de Fevereiro de 2012 09:35
Assunto: Re: FW: JI S. Francisco (Alcochete) - Atividades de Animação e de Apoio à Familia
Para: DRELVT - Director


Exmº Senhor Director Regional Adjunto, 

Venho por este meio agradecer a informação prestada, a qual iremos partilhar com os nossos associados.
Esperemos que os factores sejam superados de modo a conseguir colmatar algumas necessidades identificadas.

Sinceros Cumprimentos
O Presidente da A.P.E.E.S.F.
Orlando Verissimo Lopes Rubio

--
Associação de Pais e Encarregados de Educação de São Francisco
http://apeesfrancisco.blogspot.com/

Email:
 apeesf@gmail.com
Facebook:
 Apee São Francisco Apeesf

 


terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Rastreio Gratuito da Terapia da Fala APEESF / Clínica das Crianças



Exmºs Pais
Exmºs Encarregados de Educação

Pretendemos ser uma Associação atenta aos problemas, activa e actuante no que for necessário, actuando  junto dos Órgãos de Gestão da Escola e instituições com responsabilidades no tema, tendo sempre como objectivo principal, tornar a vida quotidiana dos nossos Educandos, no espaço escolar, mais fácil e agradável.

No próximo dia 13 será efectuado um rastreio ás crianças da nossa escola.


A terapia da fala actua ao nível da prevenção, avaliação, estudo científico e tratamento das perturbações da comunicação humana e de deglutição, em crianças e adultos. Mais especificamente, as áreas de intervenção do terapeuta da fala são a linguagem oral e escrita, a articulação, a gaguez, a voz, a deglutição e a mastigação.


Quando as crianças têm dificuldades na fala e/ou na linguagem, têm geralmente consciência disso. Sabem que falam de maneira diferente dos seus pares, o que pode afectar a sua confiança.
Para além disso, estas dificuldades podem estar, ou vir a, prejudicar o seu desempenho
escolar. Diversos estudos apontam para que as dificuldades e as perturbações da linguagem oral antecedam perturbações da linguagem escrita, como é o caso da dislexia.


Verifica-se com alguma frequência a negação por parte dos pais de que o seu filho
necessita de terapia da fala. É importante que os pais reconheçam o quão crítica a terapia da fala é, e que o adiamento do tratamento poderá agravar o problema.


Os estudos estatísticos realizados (CEPLOL, 2007) referem que 8% da população revela
patologias graves no âmbito da fala, 15% apresentam défices moderados e cerca de 40% da
população é de alguma forma afetada por alterações relacionadas com a fala, comunicação
ou linguagem.


Dra.  Ana Cláudia Dias (Terapeuta da Fala)
Tel.: 96 926 72 39


Dra.  Vanessa Fernandes
Tel.: 21 230 31 11/ 93 948 89 87

Envio das fichas de sinalização:
clinicacriancaparcerias@sapo.pt

Clicar - 3 aos 5 anos - Rastreio TFala.pdf

Clicar - 6 aos 7 anos e 6 meses - Rastreio TFala.pdf

Clicar - 7 anos e 6 meses aos 9 anos - Rastreio TFala.pdf

Clicar - mais 9 anos - Rastreio TFALA.pdf


O Presidente da A.P.E.E.S.F.
Orlando Verissimo Lopes Rubio

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Oferta de Espaço Desportivo

CLICAR Documento


---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Associação de Pais <apeesf@gmail.com>
Data: 6 de Fevereiro de 2012 13:18
Assunto: Espaço desportivo
Para: Sérgio Manuel Correia 

Exmo. Sr. Chefe de Divisão de Escolas,

Em conformidade com a nossa anterior reunião, aqui fica a apresentação da proposta para o incremento do espaço desportivo nosso Centro Escolar através da Mondo.
Como atesta o documento, necessitamos da aprovação do município e da sua preciosa ajuda para a transladação de 3 árvores que estão no espaço encontrado para o efeito.
O espaço foi tido em conta a circulação de viaturas no espaço e a salvaguarda dos espaços vidrados da escola.
Aguardamos a vossa apreciação e mantemos a nossa total disponibilidade para o efeito.
O nosso obrigado desde já.

Sinceros Cumprimentos

O Presidente da A.P.E.E.S.F.
Orlando Verissimo Lopes Rubio
-- 
Associação de Pais e Encarregados de Educação de São Francisco
http://apeesfrancisco.blogspot.com/

Email:
 apeesf@gmail.com
Facebook:
 Apee São Francisco Apeesf

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No dia 27 de Janeiro de 2012 11:28, Carlos Paixão MONDO <cpaixao@mondo.pt> escreveu:

Vereador Paulo Machado

Visitada a Escola de S Francisco a pedido da Associação de pais e a nosso  por questões técnicas , apresentamos a nossa sugestão e disponibilidade para o efeito.
Mais informamos estar disponíveis para colaborar  na mudança do material  da outra escola.
No entanto reafirmamos que nada faremos sem o vosso acordo .

Bem haja

Carlos Paixão
Director   

MONDO PORTUGAL, S.A.