segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Entrega das Fardas

Informamos que no próximo dia 09 de Novembro, entre as 14h e as 19h30h, a Eurofardas estará presente no Centro Escolar de São Francisco, para a respectiva entrega do vestuário escolar e para assuntos afectos ao tema.

Vamos ler-lhes uma história! O Fator Pais na Educação


Um estudo realizado no âmbito do Programa da OCDE para Avaliação Internacional de Estudantes (PISA) mostra que o envolvimento dos pais na educação é fundamental para o sucesso das crianças durante os seus anos escolares.

A primeira palavra simples de um pai para o bebé abre o mundo da linguagem para a criança e define a criança no caminho da exploração e descoberta. Quando a escolaridade formal começa, muitos pais acreditam que seu papel como educadores acabou. Mas a educação é uma responsabilidade partilhada por pais, escolas, professores e diversas instituições na economia e na sociedade. Novas descobertas no âmbito do Programa da OCDE para Avaliação Internacional de Estudantes (PISA) mostram que o envolvimento dos pais na educação é fundamental para o sucesso das crianças durante os seus anos escolares e além.
O relatório da OCDE, intitulado Vamos ler-lhes uma história! O Fator Pais na Educação,analisa se e como a participação dos pais está relacionada com a proficiência dos seus filhos no prazer da leitura - e se também oferece conforto para os pais que estão preocupados porque não têm tempo ou os conhecimentos académicos necessários para ajudar os seus filhos a ter sucesso na escola. Muitos tipos de envolvimento dos pais que estão associados a um melhor desempenho do aluno no PISA requerem relativamente pouco tempo e nenhum conhecimento especializadoO que conta é genuíno interesse e participação ativa.O relatório é composto por cinco capítulos:

Envolva-se!
Este capítulo discute como os benefícios de envolvimento dos pais, e as formas de participação dos filhos, podem ser mais benéficos do que outros.

Leia a seus filhos uma história
O envolvimento dos pais na educação de uma criança deve começar no nascimento - e nunca parar. Este capítulo mostra como contar histórias ou lendo livros para crianças quando elas são muito jovens está fortemente relacionada à forma como leem e quanto elas gostam de ler mais tarde.

Converse com seus filhos sobre o mundo ao seu redor
As crianças mais velhas beneficiam de envolvimento dos pais também. Este capítulo discute como falar de questões sociais e políticas, ou sobre livros, filmes e programas de televisão com os filhos adolescentes está relacionada num melhor desempenho de leitura na escola.

Envolva-se na Escola, porque Você Quernão porque Tem Que Ser
Quando os pais ocupam tempo para reunir com os professores de seus filhos, ou quando são voluntários em atividades na escola (como participar nas associações de pais), eles mostram os seus filhos que valorizam a escola e a educação. Este capítulo examina algumas das maneiras que os pais ocupados podem ser envolvidos em atividades escolares e enfatiza que os pais e professores não devem esperar para conhecer o outro.

Mostre a seus filhos que você também valoriza a leitura Crianças, até as mais velhas, embora possam não querer admiti-lo, olham para os seus pais como modelos. Este capítulo explora como as crianças cujos pais têm atitudes mais positivas em relação à leitura são melhores em leitura e gostam de ler mais.


O mais importante: O relatório mostra aos pais que
 nunca é cedo demais - e nunca é tarde demais - para se envolver na educação dos seus filhos.



O relatório e o guia para pais e professores está disponível neste link:  
http://www.oecd.org/pisa/letsread

IDEA - Investigação de Dificuldades para a Evolução na Aprendizagem


quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Agradecimento por tema de auxiliar do CESF

---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Associação de Pais <apeesf@gmail.com>
Data: 31 de Outubro de 2012 17:07
Assunto: Re: Escalar de preocupação
Para: Agrupamento <vpaealcochete@gmail.com>
Cc: Rui Massa <coordenadoreb1sfrancisco@gmail.com>


Boa tarde;
Venho desta forma agradecer a forma positiva como responderam á sensibilidade do apelo. Apesar de apenas dar resposta até final do ano, é de facto um apaziguar de receios que se adensavam em torno desta eventualidade.
De facto, quando o bom senso impera na gestão dos temas mais preocupantes na área da educação, as crianças saem sempre ganhar.
O nosso obrigado.

Agradecendo a atenção dispensada 

O Presidente da A.P.E.E.S.F.
Orlando Verissimo Lopes Rubio

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Reunião Hoje - Forum Cultural de Alcochete

---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Manuela Alexandre
Data: 30 de Outubro de 2012 11:00
Assunto: Reunião Hoje - Forum Cultural de Alcochete


Para: "dedss.se@cm-alcochete.pt" <dedss.se@cm-alcochete.pt>, "smcorreia@cm-alcochete.pt" <smcorreia@cm-alcochete.pt>



Bom dia,

Tenho dois filhos a frequentar o Centro Escolar de S. Francisco, uma criança de 3 anos no pré escolar e uma de 6 anos no 1.º ano do ciclo.
Venho alertar para que a vossa reunião foi convocada no mesmo dia em que estão agendadas reuniões com os Prof. do 1.º Ciclo.

Penso que devia existir uma articulação mais estreita entre a Divisão de Educação e o Centro Escolar de S. Francisco e antes de serem marcadas reuniões, deve existir o cuidado de saber se existem reuniões já marcadas, como é o caso de hoje…

Sendo ambas as reuniões prioritárias, como sugerem que os pais assistam a duas reuniões agendadas para o mesmo horário?

São questões como esta que podiam e deviam ser evitadas, com uma boa comunicação não existiam certamente.

No meu caso informo que não poderei comparecer à reunião a realizar pelas 18h00, no Centro Cultural.
Solicito desta forma envio de informação sobre as regras de pagamento para PH e compra de Senhas de alimentação.

Com os melhores cumprimentos,

Manuela Alexandre

Escalar de preocupação

No dia 30 de Outubro de 2012 14:57, Associação de Pais <apeesf@gmail.com> escreveu:

Exma. Vice-Presidente da CAP do AEA;
Venho por este meio partilhar um enorme motivo de preocupação dos pais e encarregados de educação com sentido de responsabilidade nos temas que colocam em causa o supremo interesse das crianças.
O tema prende-se com o facto de apesar de termos identificado neste início de ano lacunas no numero de auxiliares mas pelo facto de termos a garantia que as auxiliares do ano passado se manterem, deu-nos a algum conforto dentro da preocupação em causa.
Situação essa que mudou a partir do momento que validamos a possibilidade que a auxiliar Tania que assegura o serviço em conjunto com a Elsa (1º Ciclo) esta em vias de deixar de prestar a 4 horas ( que ultrapassa sempre este volume de horas em virtude do seu empenho nas tarefas que executa) ao serviço do Agrupamento.
Não querendo levar esta exposição para o tema pessoal, mas estamos a falar de um recurso que oferece um garante (muitas vezes escasso para as preocupações dos pais) em toda a sua actuação nas tarefas inerentes á sua responsabilidade, mas que nomeadamente nas tarefas que não são da sua responsabilidade mas que não se nega, nomeadamente na articulação com as voluntarias da APEESF na ajuda do serviço de refeições do refeitório, na ajuda da articulação das actividades desportivas dentro da escola, na excelente relação com as crianças, etc...
É um perfeito contra-senso, para não dizer irresponsabilidade, desperdiçar um valor seguro de um recurso que oferece todas as garantias para as crianças, para recorrer à contratação de pessoas nos centros de emprego para desempenharem tais funções. Isto é, evitar que pessoas sem qualificação (aptidão) possam ser colocados nas escolas a tratar das crianças, alguns deles com necessidades especiais.
A escassez de auxiliares na escola continua a levantar críticas entre os pais, os pais temem pela segurança dos filhos. A APEESF esta preocupada que a seriedade deste tema esteja apenas a ser gerido tendo em conta a questão do rácio”, ao invés da qualidade e correcta adequação dos profissionais a estas tarefas de vital responsabilidade.
Alertamos o CAP do AEA e a Direcção Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo (DRELVT) para que analise esta questão com a sensibilidade que o tema requer, pois o grau de exigência na gestão destes temas tem de ser obrigatoriamente mais exigente do que apenas cobrir as necessidades numéricas de recursos nas escolas.
Nas lacunas que os pais podem ajudar o Centro Escolar como é exemplo o projecto de voluntariado no serviço de Almoços no refeitório, identificamos que este esforço é prestado de bom grado, no sentido de poder ajudar as crianças neste tipo de dificuldades, mas que gostaríamos de observar por parte da tutela um esforço na gestão qualitativa dos seus recursos.
Independente da portaria que determina a relação auxiliares educativos / alunos estar ou não a cumprida no Agrupamento de Escolas de Alcochete. O que a comunidade escolar de São Francisco quer validar é o facto de que a qualidade educativa oferecida às crianças esta a ser tido em conta acima de todas as premissas burocráticas.
O tempo passa e com ele mudam as necessidades, sejam elas necessidades pessoais, profissionais ou institucionais, a única coisa que se pode afirmar verdadeiramente constante é a necessidade de evoluir.
A falta de adequação dos POC’s, aliado ao reduzido número que tem formação específica no acompanhamento de crianças, na sua grande maioria vêm de profissões que em nada têm a ver com o contexto educacional, muitos deles sentem a dificuldade de terem de se reconfigurar para conseguirem desempenhar as funções inerentes ao seu cargo, já que vêm de origens distintas. 
Logo, quando identificado um recurso de qualidade nesta área distinta, deve-se preserva-lo.
A falta de formação e as fracas habilitações escolares provocam um desfasamento entre o pessoal docente e não docente e isso constitui-se com um factor de desmotivação, já que não é permitido a estes que se assumam como elementos activos, com ideias, com vontade de participar e ser ouvidos na vida da comunidade escolar, remetem-se ao tal papel secundário de acatar ordens sem sequer as colocar em questão.

O que esperamos de um auxiliar de acção Educativa:

  • ·         Contribuir para a correta organização dos estabelecimentos de educação ou de ensino e assegurar a realização e o desenvolvimento regular das actividades neles prosseguidas;
  • ·         Colaborar activamente com todos os intervenientes no processo educativo;
  • ·         Zelar pela preservação das instalações e equipamentos escolares e propor medidas de melhoramento dos mesmos, cooperando activamente com o órgão executivo da escola ou do agrupamento de escolas na prossecução desses objectivos;
  • ·         Participar em acções de formação, nos termos da lei, e empenhar-se no sucesso das mesmas;
  • ·         Cooperar com os restantes intervenientes no processo educativo na detecção de situações que exijam correcção ou intervenção urgente, identificadas no âmbito do exercício continuado das respectivas funções;
  • ·         Respeitar, no âmbito do dever de sigilo profissional, a natureza confidencial da informação relativa às crianças, alunos e respectivos familiares e encarregados de educação;
  • ·         Respeitar as diferenças culturais de todos os membros da comunidade escolar.

Os auxiliar são elementos importantes na comunidade educativa, são importantes peças da engrenagem sem os quais a instituição não consegue trabalhar, este, hoje em dia tem de possuir um conjunto de conhecimentos, um conjunto de competências muito mais diversificado do que aquele que possuía há uns anos atrás, o mundo mudou, e com ele a educação e a forma como esta é encarada.

Tendo em conta a nossa preocupação, apelo ao vosso bom senso para a correcta abordagem deste tema concreto da auxiliar Tania.

Agradecendo a atenção dispensada esperamos a Vossa especial colaboração

O Presidente da A.P.E.E.S.F.
Orlando Verissimo Lopes Rubio

domingo, 28 de outubro de 2012

Agradecimento ás Voluntárias

Gostaríamos de agradecer o gesto e disponibilidade das voluntárias para com o serviço de apoio ao refeitório e de apoio ás actividades.
Apesar de termos conseguido um conjunto razoável de voluntários, esta actividade manter-se-á aberta a todos que queiram participar com a sua disponibilidade para este conjunto de necessidades.





ü As voluntarias irão articular as suas actividades com as auxiliares do Centro Escolar. Mais concretamente com a Tania.
ü Terão de evitar interferir directamente com a interacção directa entre professores e alunos e auxiliares e alunos.
ü A sua interacção deverá efectuar-se de acordo com bom senso, no sentido de  poder colmatar as lacunas identificadas e que o seu regime de voluntariado pretende minimizar.
ü Em ultima instância  o coordenador será a entidade a escalar algum tema de maior sensibilidade.
ü Para as actividades desportivas, as voluntárias farão uma gestão da sua presença mais operacional com a Tania, regulando a sua presença numa base diária.

Agradecendo a atenção dispensada esperamos a Vossa especial colaboração

O Presidente da A.P.E.E.S.F.
Orlando Verissimo Lopes Rubio